Apple e Microsoft brigam pelo “App Store”

A Apple em 2008 logo que abriu a sua loja de aplicativos  registrou “App Store” como marca própria; porém a  Microsoft vem alegando que “App Store” é um termo  genérico e que todos podem utilizá-lo, tornando ilegítimo privar competidores de usar app store para identificar suas lojas e serviços oferecidos.
Para entendermos melhor a contestação da Microsoft o termo referencia o app de aplication – traduzindo: aplicação e store traduzindo: loja.
A Microsoft apresentou uma segunda moção contrária à US Patent and Trademark Office, alegando o registro.
A empresa possui uma “app store” desde o ano passado chamada Windows Marketplace.
[Fonte: Info Online]

Como será o iPhone 5?


O site HandyFlash botou no ar uma figura que passa a ideia do novo celular, que ainda está um pouco longe de ser lançado.

Mesmo design do modelo 4, conexão 4G e nenhuma possibilidade de problemas com antenas. Além disso, obviamente, a tendência da Apple é afinar o aparelho. O desenho feito acima mostra que ele chegará a ser pouco mais grosso que uma folha de papel, apenas.

Muita ficção? Até que não. Mas é apenas arte conceitual.

A Forbes botou Dilma na frente de Jobs


Independente da sua visão política, é importante entender essa análise.

Tuitei hoje: “Não adianta vender iPad, Apple. A Forbes botou o Bill Gates, a China e a Dilma Rousseff na sua frente”. Falei num tom jocoso, mas é importante saber por que isso aconteceu, mesmo que seja apenas com hipóteses. Mesmo que isso contrarie gostos.

Forbes é uma publicação de referência internacional para homens de negócio e economistas. Quando ela elabora listas de poderosos no mundo todo, leva em conta a fortuna acumulada do indivíduo e sua influência nos poderes de decisão mundiais.

É dessa maneira que Barack Obama aparece na frente de qualquer empreendedor de tecnologia, representando o esforço dos Estados Unidos frente a uma crise que repercutiu no mundo todo. Ele perde apenas para Hu Jintao, presidente da China, que impressiona cada vez mais com seu crescimento descomunal, sendo a segunda maior potência do mundo desde agosto, mesmo com todo o ônus da recessão econômica.

E como Dilma Rousseff se inclui nessa lista justamente na frente do tio Steve Jobs e de seu iPhone 4?

Vejamos.

Ela assume a presidência do maior país da América Latina, dando continuidade ao governo com tendências sociais que agradou ainda mais o empresariado estrangeiro. Pode ser apenas promessa, mas é um diferencial ser mulher nessa situação. Fora isso, é apenas mais um fruto de análise do mundo desenvolvido para o subdesenvolvido.

Embora Jobs possua um capital econômico muito mais ativo, com as recentes inovações da Apple, aparentemente a Forbes considera fatores políticos na hora de elencar o que eles chamam de “poder”.

E talvez por isso, ainda, Bill Gates apareça na frente de Steve, com todos os seus fundos beneficentes. Microsoft e Apple vão brigar bastante ainda. E os políticos serão incluídos em rankings, espantando quem é fã de tecnologia e sabe do seu potencial.

Confira a lista na íntegra.

1 - Hu Jintao, presidente da China;
2 - Barack Obama, presidente dos Estados Unidos;
3 - Abdullah bin Abdul Aziz al Saud, rei da Arábia Saudita;
4 - Vladimir Putin, primeiro-ministro da Rússia;
5 - Papa Bento 16, líder da Igreja Católica;
6 - Angela Merkel, chanceler da Alemanha;
7 - David Cameron, primeiro-ministro do Reino Unido;
8 - Ben Bernanke, presidente do Banco Central dos EUA;
9 - Sonia Gandhi, presidente do Congresso da Índia;
10 - Bill Gates, fundador da Microsoft;
11 - Zhou Xiaochuan, presidente do Banco Popular da China;
12 - Dimitri Medvedev, presidente da Rússia;
13 - Rupert Murdoch, presidente da News Corp;
14 - Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália;
15 - Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu;
16 - Dilma Rousseff, presidente eleita do Brasil;
17 - Steve Jobs, presidente da Apple;
18 - Manmohan Singh, primeiro-ministro da Índia;
19 - Nicolas Sarkozy, presidente da França;
20 - Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA.

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O conceito de intuição para Steve Jobs

A mente empreendedora por trás da Apple pode traduzir como os equipamentos dela são hoje em dia. “Computadores são como bicicletas” é o mote de Steve Jobs neste vídeo do documentário Memory & Imagination: New Pathways to the Library of Congress, de 1991. Conceituando dessa forma, a informática funciona como um veículo que deve ser aprendido intuitivamente pelo usuário. O computador não deve ser uma caixa de códigos indecifráveis, mas uma plataforma de interfaces que convida as pessoas a entenderem seu uso.

Steve Jobs traduz esse conceito intuitivo nessa fala. A Apple reproduz esse conceito em gadgets como o iPhone, o iPad e tudo o que necessita apenas dos toques dos dedos, sem muito esforço, mas revolucionando a relação homem e máquina. No documentário, Jobs ainda fala da era dos computadores, de como eles estavam se tornando “bicicletas que se adaptam às nossas mentes”, cada vez mais intuitivos e amigáveis. Hoje, vemos a maçã trazendo essa revolução ao celular, aos dispositivos móveis, tornando acessibilidade facilmente assimilável um padrão da indústria, mesmo com o custo necessário de seus equipamentos.

Essa discussão sobre o uso de computadores e dispositivos mobile abrem espaço para debater a atuação das empresas hoje. A Microsoft está certa em imitar sistemas operacionais de outros hoje, para compensar seu desastre com o Windows Vista? O Linux e suas distribuições estão realmente se tornando amigáveis ao seu público que ainda é nicho? A Apple continuará no topo do mercado com essa mentalidade de desenvolvimento intuitivo? A internet deve ser sempre uma fonte de debates nessa área.

Aplicativo para quem trabalha com química

Um aplicativo free foi desenvolvido pela brasileira Livetouch para trabalhadores e pessoas envolvidas com setores químicos. O app Pró-Química Online foi desenvolvido com a Suatrans, empresa especializada em atendimento e treinamento à indústrias químicas,  e baseado no livro Manual para atendimento a emergências. Essencialmente, o programa serve para uma consulta rápida de subtâncias perigosas e também de procedimentos de prevenção dos seus efeitos. O catálogo dos compostos é mostrado por ordem alfabética ou pelo número ONU, com informações de 2 mil substâncias com seus riscos potenciais, ação de emergência necessária para neutralizar seus perigos e medidas de segurança pública.

Para um programa gratuito, o aplicativo traz bastante recursos para um setor especializado. Para curiosos sobre elementos químicos e seus propriedades, o app conta com um guia de buscas simples no topo, fácil pra quem quer saber o que é um Tricloretano, em qual rótulo ele se encaixa, o que anula seus efeitos.  Para baixá o Pró-Química Online basta fazer um download gratuito na Apple Store aqui.
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